domingo, 21 de agosto de 2016

E retornou.

Iria eu fazer um blog novo que representasse o que eu sentia. Enfim, após o roxo e negro, viria o verde branco e negro. Contudo, eu vi que eu retornei àonde comecei.
Existem metáforas que me acompanham desde essa época. O trovejar, as caveiras, o pequeno globo azul... e estes foram os que me lembrei, eu posso citar outros como: os pares de casais que se acomodam, e um senso de inadaptação. Também sou testemunhas de minhas próprias mudanças ao longo do tempo. E eis que talvez este blog seja um blog mais sensível, no sentido nem tanto usado como vulnerável, frágil ou perspicaz em que geralmente usamos na vida, mas sensível no sentido de que almejo aqui uma escrita evocada de sensações não oriundas de imaginação ou ainda pensamentos dedutivos que vão de acordo com uma história. Agora, é uma reviravolta crua eu fazer isso de uma vez, mas é a proposta que me tenho: resgatar uma sensibilidade que me permitia dizer, em meio à minha "incompreensível coisa" diagnosticada como depressão aos 15 anos: Viver feliz, viver inerte, viver bem. Gosto daquela história que diz; todo problema carrega consigo a sua solução. Basta olharmos.
Com escrita eu adubo a minha vida, agora, achei-me mais um campo para exercício. Um campo mais tangível, ainda que seja uma palavra que carrega o que quero dizer, me fica também o pensamento de que é possível tocar mundos imaginados, se não, como imaginaríamos-os? Então, é mais tangível do que aquele pois sua referência é mais crua, sua referência atravessa a nossa percepção, ou as veias ou os caminhos neuronais, seja lá como se chama, e se apresenta diante de nós ao invés de nós atribuí-las significados [ que ao meu ver, podem agora deturpar ou desviar do curso de onde vêm. ] Pois bem, volto à mim após um grande ciclo. Vamos juntos, consciência de meu pensamento presente e memória do passado, quem sabe alvo de compartilhamento do futuro.
Cá estamos.

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